
O ano era 1999 e a estudante de engenharia venezuelana Jacqueline Saburido decide interromper os estudos para passar uma temporada nos Estados Unidos visando, dentre outras metas, estudar e aprimorar-se na língua inglesa. Jovem, bonita, extrovertida e bem articulada não tardou em fazer diversas amizades. Sua felicidade era plena até chegar o dia 19 de setembro, dia que reuniu-se com seus novos amigos para comemorar o aniversário de um deles. A festa foi divertida e transcorreu sem nenhum excesso ou incidente que poderia comprometer o clima alegre que imperava. Ao cair da madrugada, Jacqueline acompanhada de mais quatro amigos decidem ir embora juntos no mesmo carro e no caminho de casa encontram uma bela caminhonete, nova e devidamente "customizada", guiada por um jovem americano de classe média alta que saía de um encontro casual com amigos em que todos bebericavam alegremente sem, aparentemente, maior compromentimento de seus reflexos de coordenação motora. É aquela velha mania que nós mesmos já presenciamos tantas vezes: -Bêbado eu? Imagina? Só tomei uma ou outra cervejinha, "tô" bom demais para dirigir... E foi neste contexto que o carro dos cinco amigos que alegremente voltavam de uma festa de aniversário foi abalroado pela reluzente caminhonete do autoconfiante jovem de uma forma tão violenta que imediatamente incendiou-se. O que se seguiu então foram cenas apavorantes que culminaram com a morte de dois dos cinco ocupantes do carro flamejante. Mas, e a jovem à qual me referi no início do relato, poderiam me perguntar vocês, qual foi o destino dela?
Meus caríssimos amigos, não responderei a vocês imediatamente com palavras e sim com as seguintes imagens:





Mas, afinal de contas, qual a finalidade de eu estar relatando aqui em meu blog semelhante história? Meus caros, uma vez que nós todos somos tão apaixonados por carros e velocidade, é muito natural que um fato como esse não poderia passar despercebido. Não que eu tenha alguma pretensão de - com um blog particular como o meu, postado por um leigo em jornalismo - querer dar alguma força à cruzada contra a maléfica associação álcool-direção. O caso todo é que este fato mexeu demais comigo e gostaria dividir com vocês toda minha tristeza ao saber o tamanho estrago que umas despretensiosas "biritinhas" pode causar na vida de tanta gente e, principalmente, o grau de sofrimento extremo que um ser humano pode ser submetido por causa de um erro de julgamento, ou vocês acham que o jovem poderia imaginar que seria o artífice de tamanha desgraça?
Por isso, meus amigos, que reflitamos sempre antes de pegar o volante depois daquela "festinha" em que bebemos só um "golezinho"...Que o sofrimento dessa jovem valha uma mudança de postura: bebeu, nem que seja um copo, definitivamente não dirija. Quem quiser se inteirar da comovente história de Jacqueline entre no seguinte site: www.helpjacqui.com .
