Mostrando postagens com marcador Alberto Ascari. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alberto Ascari. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Miniatura da Vez 21 - Miniaturização do drama

Este post é para matar meu amigo amigo Rogério Stanke do coração, fã das miniaturas 1/43, esse ávido colecionador das "miudinhas" vai literalmente pirar diante deste lindíssimo diorama feito pela MODEL FOX BRIANZA, fábrica artesanal de miniaturas e dioramas da Itália. A melhor notícia para quem se encantar com este incrível diorama que ilustra maravilhosamente o fato principal do post anterior é que ele pode ser adquirido, para os interessados entrem aqui para maiores informações.
Para babarem mais um pouquinho, vejam as fotos - clicando nelas para melhor visualização - e percebam que complemento espetacular para o post O MERGULHO DE ASCARI este diorama é.




terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O mergulho de Ascari

Ao publicar um post da série Mais Belos Carros by F1 Racing sobre o Lancia D50 , narrei um pequeno trecho sobre o acidente sofrido por Alberto Ascari com esse carro no GP de Mônaco de 1955. Alguns amigos mais novos e desconhecedores da história do acidente me pediram para contar mais detalhadamente o fato ocorrido. Vamos lá então:

O ano era 1955 e o GP de Mônaco era o segundo do calendário, Alberto Ascari - bicampeão pela Ferrari em 1952 e 1953 - foi escolhido por Gianni Lancia para liderar seu projeto de bater os quase invencíveis W196 da Mercedes. O projeto era ambicioso e parecia que renderia frutos , pois o talentosíssimo Ascari liderava com folga a corrida supracitada, quando na volta 80 perdeu o controle de seu Lancia D50 e caiu no Mar Mediterrâneo, como vocês podem perceber na primeira foto (clique nela para aumentá-la) não existiam guard-rails ou muros de contenção que separasse a pista do mar.

O acidente entregou de bandeja a vitória para a Ferrari de Maurice Trintignant, mas Ascari podia comemorar o fato de seu mergulho não ter tido maiores consequências além de um septo nasal fraturado e pequenas escoriações. Ascari ao cair no mar nadou até ser resgatado pelo barco de um espectador e posteriormente levado de ambulância ao hospital local. O carro, conforme atestam as fotos, foi resgatado também.

O acidente, portanto, não foi o pior dos acontecimentos para Ascari e sua equipe Lancia. O pior fato aconteceria quatro dias após o acidente e foi uma implicação direta dele, Ascari queria tirar o trauma psicológico vivido pelo imenso susto de ter sua vida ameaçada pelo insólito mergulho e resolveu dar umas voltas em um Ferrari 750 3.0 litros Sport tomado emprestado de Eugenio Castelloti em Monza - Castellotti treinava com o carro preparando-o para os Mil quilômetros Super Corte Maggiore. Na segunda volta, o supersticioso Ascari que treinava pela primeira vez sem seu inseparável capacete azul - danificado no mergulho - bate a Ferrari na curva Vialone, é projetado cerca de dez metros para fora do carro e morre aos 36 anos , no dia 26 de maio de 1955.

Era o fim da carreira de um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1, maior adversário do mito Juan Manuel Fangio. Consternado, Gianni Lancia encerrou todas as atividades esportivas de sua equipe apenas três dias após o terrível acontecimento e repassou seus incríveis Lancia D50 para a Ferrari que sagraria-se campeã com eles no ano seguinte.

A HISTÓRIA DO MERGULHO NO MEDITERRÂNEO - que inspirou uma cena de acidente de Pete Aron no filme GRAND PRIX - e suas consequências ficam aqui registradas então, meus caros, e ilustradas pelas fotos acima e pelos vídeos abaixo (espero que tenha ficado a contento) :



CONFESSO TER SIDO ESTE UM DOS POSTS MAIS DOLOROSOS QUE JÁ EDITEI !!!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Miniatura da Vez 20 - Ferrari 500 F2 FINISH LINE

Tempos de crise afetam muito a aquisição de supérfluos, caso que ocorre no meio do colecionismo de diecast, hobby muito caro e difícil de manter justamente pelo fato de toda peça a adquirir precisar ser importada, e com a cotação do dólar alta como está, compra-se menos. Mas, como brasileiro é pródigo em sua criatividade, os colecionadores tupiniquins arrumaram uma maneira de incrementar sua coleção sem precisar dispender muito dinheiro adquirindo novas miniaturas, transformar suas miniaturas em FINISH LINE.

Finish line é o apelido escolhido no meio do colecionismo para designar modelos que simulam carros sujos depois das corridas. E a mania de "emporcalhar" miniaturas para diferenciá-las tem crescido de tal maneira que estão surginho cada vez mais modelistas especializados no serviço. É preciso dizer que existem alguns fabricantes, como Exoto e Hot Wheels por exemplo, que soltam versões Finish Line de seus modelos, mas a variedade é muito pequena.

Por isso, é cada vez maior o número de colecionadores que procuram estúdios e modelistas que fazem o serviço para seus modelos ordinários, é uma maneira bem bacana de customizar uma determinada miniatura. Para conferir o efeito dessa transformação, observem as fotos do trabalho de um amigo meu chamado Dennis - clicando nas fotos para aumentá-las - em um modelo da Ferrari 500 F2 de Alberto Ascari de 1953, a escala do modelo é 1/18 e sua marca é Exoto.

E aí, meus caros? O que vocês acharam da transformação, gostaram?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

ELIXIR CONTRA O MAU GOSTO DOS CARROS DE 2009 : Mais belos carros by F1 RACING, OS TOP 15

E para combater a feiura reinante no design dos bólidos de 2009, nada melhor que tomar um elixir de beleza reativando a série MAIS BELOS CARROS BY F1 RACING. Avançando na classificação dos carros mais bonitos, entremos nos TOP 15 com duas beldades da década de 1950 empatadas no décimo quarto lugar. Por incrível que pareça e graças a seus desenhos exclusivos, esses dois carros não podem ganhar o apelido de "charutinhos", vejam porque:


# 14 - LANCIA D50 - 1954/1955

Design: Vittorio Jano
Pilotos: Alberto Ascari, Luigi Villoresi, Louis Chiron, Eugenio Castellotti
Vitórias: 0
Poles: 2
M.volta: 1
Pontos: 9

A equipe criada por Gianni Lancia teve um histórico curioso na Fórmula 1, inicialmente criada para fazer frente à hegemonia acachapante dos poderosos W196 da Mercedes em 1954, foi estrear somente na última corrida do ano, o GP da Espanha. Chegou fazendo barulho é verdade pois na corrida de estréia da Lancia, Alberto Ascari cravou a pole position, mas quebrou durante a prova. Pronta para 1955, a Lancia quebra seus 3 carros na primeira prova do certame, o GP da Argentina. No segundo Gp de 1955, chega a Mônaco e finalmente a Lancia lidera uma prova com todas as chances de debutar em vitórias quando... Alberto Ascari perde o controle de seu D50 e cai no Mediterrâneo. Esta seria a última corrida de Ascari, pois dias após o acidente de Mônaco - no qual sofreu apenas escoriações - ele morre em um acidente automobilístico quando testava uma Ferrari esporte. Após a morte de seu astro principal, a Lancia entra numa profunda crise econômica e disputa somente mais uma corrida em 1955, o GP da Bélgica, antes de oficialmente fechar as portas.

Após o abandono da equipe Lancia, o D50 que deveria ser aposentado devido à falência, curiosamente continuou a fazer história na Fórmula 1 pois foi adquirido pela Ferrari, que na época penava com seus poucos eficientes FERRARI 555, e sob a insígnia do comendador foi batizado de Lancia Ferrari e foi escalado para disputar o campeonato de 1956. E sabe o que ocorreu ? O Lancia Ferrari foi CAMPEÃO MUNDIAL nas mãos de JUAN MANUEL FANGIO, fato que só veio confirmar o real potencial dos carros de Gianni Lancia.

O design do D50 era completamente diferente de tudo aquilo que a Fórmula 1 estava acostumada e com a segunda chance que recebeu da equipe de Maranello, o carro pôde finalmente deixar escrito, com toda justiça, seu nome na história do automobilismo mundial.

Mas como aqui é relatada a história do D50 somente como equipe Lancia, o carro correu apenas 4 GPS obtendo como melhor colocação o segundo posto no GP de Mônaco com Eugenio Castellotti.

Portanto, a história da Lancia é curtíssima mas que ninguém diga que sua passagem relâmpago pela Fórmula 1 foi monótona.



#14 - Vanwall VW57 - 1957/1958

Designer: Frank Costin
Pilotos: Stirling Moss, Tony Brooks, Roy Salvadori, Stuart Lewis-Evans
Vitórias: 9
Poles: 7
M.voltas: 6
Pontos: 105

O magnata industrial TONY VANDERVELL fez sua VANWALL entrar para a história da Fórmula 1 ao vencer o primeiro título de construtores disputado na categoria em 1958, foi também o primeiro triunfo de uma equipe inglesa quebrando, pelo menos no campeonato de marcas, a total hegemonia italiana de Ferrari e Maserati.

O design único e elegante da primeira campeã mundial de construtores idealizado por Frank Costin é considerado o primeiro que levou em conta estudos sérios sobre aerodinâmica, e , por conta disso, a VW57 é considerada pelos grandes aerodinamicistas modernos como a pioneira da geração atual de carros com elevados padrões de downforce. E nunca é demais lembrar, que a preocupação aerodinâmica da Vanwall era realmente única e pioneira porque no final dos anos 1950 o Comendador Ferrari gabava-se que a força de seus carros era proveniente única e exclusivamente de seus possantes motores e a Maserati já agonizava como equipe com a obsolescência de seus carros

Mas o que pudera ter ocorrido então para que a Vanwall de Guy Anthony Vandervell não arrebatasse também o tão sonhado título de pilotos? Uma coisa aconteceu: STIRLING MOSS aconteceu !!! O maior perdedor de títulos da história da Fórmula 1 era o número 1 da equipe inglesa e apesar de ter vencido 4 das 10 corridas reais (onze na verdade, pois uma das corridas era as 500 milhas de Indianápolis que não era disputada por nenhum dos pilotos da Fórmula 1 , apesar de constar no calendário da categoria) do campeonato de 1958 conseguiu a façanha de perder o título para seu compatriota Mike Hawthorn da Ferrari, que vencera apenas uma prova do certame. De todos os títulos perdidos por Moss, esse foi o mais doído não só pela hegemonia esmagadora do número de vitórias que impôs sobre Hawthorn, mas também pelo fato de ter perdido por APENAS UM PONTO e na última corrida, GP de Marrocos.

Triste fim para o VW57, que merecia melhor sorte contra a já acostumada a títulos Ferrari, pois a equipe inglesa construía seus próprios chassis, motores e não produzia carros para outras categorias - mania de quase todas as equipes do grid - e nem carros de série. EM SUMA , A VANWALL ERA UMA AUTÊNTICA EQUIPE DE FÓRMULA 1.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Miniatura da Vez 15 - Ferrari 500 F2 de 1952

, Pegando carona no GUIA DO COLECIONADOR, publico hoje o carro sublime da Exoto de 1952 de minha coleção que homenageou o primeiro grande título de ALBERTO ASCARI NA Fórmula 1. As fotos abaixo (clique nelas para melhor visualização, estão todas em alta resolução) mostrarão todos os detalhes amplamente explanados no guia, inclusive em uma delas pode se ver quão linda fica a miniatura quando exposta com seu capô de acrílico transparente, que deixa à vista todos os detalhes do motor. Para quem não é assíduo no blog, repare que toda a explicação da confecção e das partes constituintes deste lindo diecast está contido no post anterior a este.
Então , meus amigos, leiam lá e VEJAM AQUI !!!

*DEDICO ESTE POST AO MEU AMIGO RUBENER FREITAS POR AJUDAR-ME A REALIZAR O SONHO DE TER ESSA MINIATURA, QUE É UMA DAS MAIS DIFÍCEIS E RARAS DO MERCADO.








sábado, 23 de agosto de 2008

Guia do Colecionador 1 - Os carros campeões do mundo de Fórmula 1 da década de 1950 disponíveis na escala 1/18 - PARTE I

Começa aqui a nova saga do blog e como primeira publicação do GUIA DO COLECIONADOR escolhi como tema a orientação para os ávidos colecionadores sobre quais as miniaturas existem para suprir seu maior desejo: ter suas vitrines completas de carros na escala 1/18 que foram campeões do mundo de Fórmula 1. Cobriremos através de vários posts a história de todos os campeonatos mundiais de pilotos em que existam miniaturas que os representem. Deixo claro aqui que só não cubro todos os campeonatos da história porque simplesmente não existem miniaturas em 1/18 que representem todos os carros de pilotos campeões do mundo.
Começarei então - obedecendo a ordem cronológica - com a primeira década do mundial de pilotos de Fórmula 1, a de 1950, que será divida em duas partes (devido a problemas de tamanho do post). NESTA PRIMEIRA PARTE VOCÊ CONHECERÁ AS MINIATURAS DE 1952 E 1953:


1 - 1952

CAMPEÃO DO MUNDO: ALBERTO ASCARI
CARRO: FERRARI 500F2
MINIATURA: EXOTO


Carro mais antigo a ser representado por um modelo diecast em 1/18, a Ferrari 500 F2 recebe a designação de F2 porque nos anos de 1952 e 1953 a Fórmula 1 correu com carros adaptados ao regulamento vigente para a Fórmula 2, com motores menores de capacidade de 2 litros quando convencionais e 0,5 litro quando superalimentados. A miniatura que representa o carro do campeão mundial Alberto Ascari é da fábrica norte-americana EXOTO, garantia de excelente qualidade. A Exoto caprichou muito nos detalhes dessa miniatura que possui várias partes móveis, tais como:
- abertura das tampas dos tanques de combustível - situado logo atrás do banco do piloto - e do óleo - situado logo à frente do capô do motor;
- remoção completa do capô do motor que é presa por um conjunto de cinco presilhas de mola cada uma com seus respectivos pinos de sustentação em metal que pode ser manipulado com o auxílio de uma pequena haste de plástico fornecida pelo fabricante;
- pára-brisa móvel situado em logo à frente do volante;
- pequena entrada de ar - função refrigeradora - móvel situada logo à frente do pára-brisa;
- sistema de direção todo móvel, permitindo inclusive a visualisação do movimento da coluna de direção uma vez removido o capô dianteiro;

A coloração da pintura do chassi aplicada pela Exoto é de um tom mais escuro do que vermelho utilizado originalmente pela Ferrari em 1952, detalhe que tornou a miniatura até mais bonita do que o carro real que imita, sobre o carro vem pintados também o número quinze - detalhe que deve ser reforçado pois não existiam números fixos para as equipes nesta época - o que indica tratar-se da versão correspondente ao GP da Inglaterra, quinta corrida do calendário de 1952.

O cockpit do carro é de uma beleza indescritível contendo a réplica de todos os instrumentos e acessórios utilizados pelo piloto, com destaque total para o lindo e grande volante e para o banco, no qual foi utilizado um tecido aveludado na cor marrom-claro.

O motor merece um parágrafo à parte tal a beleza de sua confecção. Uma vez aberto o capô, você terá a impressão de estar olhando para um motor verdadeiro em forma de miniatura - dá vontade até de pôr gasolina para vê-lo funcionando - e o que mais se destaca são os quatro curtos escapamentos que projetam muito pouco para fora do capô e que já foram manufaturados de forma que simulassem ferrugem, o que aumenta ainda mais o grau de realismo do modelo. Há ainda um grande atrativo para quem optar pela aquisição deste modelo e quiser deixar seu motor exposto: A EXOTO FORNECE UM CAPÔ ADICIONAL TRANSPARENTE FEITO EM ACRÍLICO PARA DEIXAR O MOTOR À MOSTRA E AO MESMO TEMPO PROTEGIDO.

No bico do carro há aquela característica abertura dos "charutinhos" - famoso apelido que os primeiros carros da Fórmula 1 receberam - e nele a Exoto teve o cuidado de manufaturar uma grade interna em metal, detalhe que conferiu mais beleza à parte frontal da miniatura. Já no assoalho do carro há aberturas que permitem a visualização de partes do motor e da caixa de câmbio. As rodas foram feitas com encaixe manual de cada feixe que a compõe, o que forma um conjunto de feixes raiados impressionante pela sua beleza.

Finalizando, é importante ressaltar que esta é a única versão de miniatura existente para o carro campeão de 1952, não existindo portanto uma versão em que haja a figura do piloto.


2 - 1953

CAMPEÃO DO MUNDO: ALBERTO ASCARI
CARRO: FERRARI 500F2
MINIATURAS: EXOTO E CMC



Os detalhes descritos acima quanto às especificações do carro para o regulamento valem para esse modelo de 1953, o carro de 1953 difere do modelo de 1952 apenas por pequenos detalhes, tais como : escapamento alongado que percorre

toda a lateral esquerda do chassi a partir do motor, ausência das duas pequenas entradas de ar em cima do capô e grade interna do bico um pouco diferente.

Quanto à miniatura existem duas opções de compra para o modelo de 1953, uma da Exoto e uma da CMC:
A miniatura feita pela Exoto tem todas as especificações das descritas acima para o modelo de 1952 quanto à sua manufatura (inclusive com o referido capô transparente para visualização do motor), sendo essa versão de 1953 a de número 10, representando o carro que disputou o GP da Argentina, primeiro do certame.

Já o modelo fabricado pela CMC difere da sua rival nos seguintes aspectos:
- coloração original da pintura utilizada pela Ferrari em 1953, com um vermelho de tom mais claro do que o tom usado pela Exoto (repare na foto comparativa e clique nela para melhor visualizá-la);
- banco do piloto utiliza um design e um tom bege mais próximo do banco real;
- riqueza de detalhes infinitamente superior ao da rival, a miniatura da CMC é composta de 1.463 partes feitas manualmente e montadas como um grande quebra-cabeças.
- maior número de partes móveis na miniatura, o que proporciona a incrível visualização de todo o tanque de combustível situado na parte posterior do carro.
Mas o grande fator negativo do modelo fabricado pela CMC é a AUSÊNCIA DA NUMERAÇÃO NO CARRO, velha mania da fábrica, o que desvaloriza - e muito - sua miniatura.

Finalizando, ambas versões são fabricadas SEM A FIGURA DO PILOTO.

*DICA DO BLOG: Para quem preferir o modelo da CMC e quiser deixá-lo fiel à realidade, contrate um bom modelista e peça-o para confeccionar um adesivo ou decalque com o número para a miniatura, podendo seguir inclusive o modelo de numeração empregado na miniatura da Exoto. MAS ATENÇÃO: CONTRATE O SERVIÇO DE UM MODELISTA EXPERIENTE E BOM DE SERVIÇO E MANDE VÁRIAS FOTOS PARA MOSTRAR COMO VOCÊ QUER QUE O TRABALHO FIQUE.